Livro | Manual para uma vida craft | Andrea e Cláudia, do Superziper

Para quem gosta de crafts, não precisa nem de apresentação: o Superziper é um dos sites de referência em manualidades no Brasil. Acompanho os posts de Andrea Onishi e Cláudia Fajkarz desde o ano em que o blog foi lançado, 2007. Elas ainda estavam separadas por alguns milhares de quilômetros (Cláudia morava na Inglaterra e Andrea, no Brasil).

Com o Superziper conheci o que é craft, conceito com o qual me identifiquei bem mais do que o "artesanato" que via nas feirinhas de rua — basicamente tudo igual, com poucos artistas preocupados em criar algo original e realizar a técnica com capricho. 

No dia, 27 de fevereiro, elas lançaram um livro em que reúnem divagações sobre o mundo craft e projetos de várias técnicas para que possamos nos aventurar em casa. Pude prestigiar as autoras e garantir um exemplar autografado :)

A livraria Blooks do shopping Frei Caneca, em São Paulo, ficou pequena para acomodar o pessoal que participou do lançamento!
Encontrei Katia Linden (pena que foi rapidinho!), Marcia dos sabonetes e Paty Mimmos. Se tivesse ficado mais tempo teria me deparado com outros rostos conhecidos, pelo que pude ver no álbum do Flickr com as fotos oficiais do lançamento.

Na fila, fiquei logo antes dos pais da Claudia – nada de privilégio para a família, rs
Já tinha visto os dois como vendedores no Armarinho Vintage do SZ em algum Bazar Ógente da vida e por isso os reconheci. Eles estavam super empolgados com o lançamento e percebi o quanto é significativo ter uma publicação impressa em seu nome hoje em dia.

Qualquer pessoa pode escrever um blog, mas poucos podem transformar esses textos em um livro.
As meninas do Superziper fizeram ainda mais do que isso, pois, além de organizar os escritos e as ideias reunidas ao longo de anos de blogs, ainda fizeram uma produção minuciosa para as imagens, além de incorporarem elementos empregados nos projetos crafts. É possível até mesmo é possível "sentir" a textura dos tecidos e aviamentos escaneados, ficou muito bonito :)

eu, Claudia e Andrea – as blusas combinando são coincidência, mas nem tanto... temos a mesma fornecedora, rs

Quando trabalhava com produção editorial, os livros cheios de imagens e coloridos eram um desafio, pois quanto mais elementos em uma obra, maior a chance de erro – uma figura pode sair invertida, o título de uma página pode estar com a cor errada... – assim, sempre davam muita dor de cabeça durante a produção e principalmente no momento do fechamento. Mas, quando tinha de trabalhar com uma obra dessas, havia sempre uma satisfação ao ter o resultado final nas mãos.

Quem vê o livro do Superziper, com seu formato pequeno e suas 200 páginas, talvez não se dê conta de que ele começou a ser produzido há muito tempo, ainda que não intencionalmente, com os posts do blog. Além disso, envolveu a participação de vários profissionais para que o resultado fosse esse: inspirador, único e repleto de bom senso e delicadeza.

Andrea e Claudia, parabéns! E obrigada à editora Panda Books por acreditar no mercado craft brasileiro.

E você, já garantiu seu exemplar? 📚

Beijos,
Cristine

Por que costurar?

Como já disse no post "Handmade", minha família tem um pé no craft e DIY. 
Papis e tios gostam de marcenaria e são pau para toda obra, desde trocar lâmpada a instalar ventilador de teto – quando estão de bom humor, é claro.
Por outro lado, mamis, primas, tias e avós me ensinaram muitas técnicas: pintar, mexer com papel, bordar, crochetar, tricotar, entre outras coisas.

Mas o que sempre me deixou mais fascinada é a costura. Acho mágico o fato de um pedaço de tecido e linha poderem se transformar em várias coisas completamente diferentes.

Essa curiosidade quanto à costura pode ter surgido das tardes que passei no quartinho de costura da minha avó.

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Lá tem uma Singer bobina mágica com gabinete bem embaixo da janela (essa da foto acima). Esse quartinho da costura é todo adaptado para facilitar o trabalho: luz natural da janela durante o dia, lâmpada em cima da máquina para costurar à noite, tábua de passar bem ao lado... Minha avó é uma pessoa muito muito acumuladora (mas ultimamente até que está tentando se conter), então, além de tudo isso, lá sempre teve muitos retalhos (além de botões, elásticos, linhas, aviamentos, etc...) por todos os lados.

Ela fez curso de corte e costura quando nova e costurou muitas roupas para a família. Minha mãe e meus tios vestiram várias peças feitas por ela; e contribuiu para o sucesso de fantasias de peças da escola, vestidos de formatura e ajustes em todo tipo de roupa.

Há alguns anos, ela arrumou não sei onde uma outra Singer, dessa vez uma "pretinha", que só faz costura reta e não tem motor, é apenas no pedal. Até hoje não me entendo com essa máquina, rs

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Minha mãe sempre encorajou minhas irmãs e eu quando tínhamos vontade de aprender alguma manualidade. Vendo que eu tinha interesse pela máquina de costura, me ensinou a passar a linha e o básico para começar a costurar: como encher a bobina, usar o pedal, fazer retrocesso... e por aí vai.

Fiz algumas roupas para bonecas, bolsinhas e fiquei um bom tempo sem mexer na máquina, até que, quando estava no segundo ano do ensino médio, aos 16 anos, minha mãe ficou sabendo de um curso do Senai chamado Pilotagem de máquina industrial. Fizemos o tal curso juntas, mas separadas: ela na turma da manhã e eu à tarde.
Costurar exige algumas habilidades, e uma delas é saber como usar a máquina de costura (seja doméstica, reta, overloque, interloque, galoneira...). O curso focava nessa parte, em como "pilotar" alguns dos diversos tipos de máquina de costura industrial.

Até então, só conhecia máquinas domésticas, de modo que foi uma experiência muito enriquecedora. Pude entender como funciona a máquina, quais são os possíveis problemas e aprender recursos utilizados na indústria têxtil.
Por outro lado, entendi na prática que, em uma fábrica, o que importa é produção. Números, quantidade.

Eu escolhi ir por outro caminho. Que prefere qualidade a quantidade. Que valoriza o tempo mas não é escravo dele. Que pensa em como desenvolver seu estilo próprio e não em copiar. 

 {continua...}

Exposição | O Olhar Japonês no Brasil

Há pouco tempo comecei a correr no Parque do Ibirapuera, em São Paulo. Apesar da muvuca e de o acesso não ser muito fácil de transporte público, é um parque relativamente perto para mim e é agradável praticar atividades físicas lá. Em uma das intermináveis voltas pelo lago, vi uma faixa que anunciava a exposição O Olhar Japonês no Brasil, no Pavilhão Japonês, que também fica dentro do parque.

Comentei com minha irmã que queria visitar essa exposição e ela me disse que nossa avó também queria ir. Como ela e meu avô moram bem longe do Parque do Ibirapuera, imaginei que provavelmente não iriam por conta própria.
Então, minhas irmãs e eu combinamos de levar meus avós em um final de semana. Deu certo de todos podermos ir no domingo passado, 21 de janeiro.

Ao passo que minha avó adora passear e vai em todas as excursões do grupo da melhor idade, meu avô não é muito de sair. Depois que ele começou a perder a audição, locais muito barulhentos o incomodam e, às vezes, temos de insistir para que ele vá com a gente em algum passeio.

Dessa vez não foi diferente, mas ele acabou concordando em ir. Aos finais de semana há muita gente andando de skate e patins sob a Marquise, o que gera bastante ruído, e tínhamos de passar por ali para chegarmos à exposição. Meu avô ficou olhando um pouco desconfiado para o bando de jovens e, para distraí-lo do barulho, perguntei a ele se já tinha ido ao Parque do Ibirapuera. Ele disse: "Ah, faz uns 50 anos que vim aqui! Mas é a primeira vez que vou ao Pavilhão Japonês."

Levei um pouco menos de tempo que meu avô, mas para mim também foi a primeira ida ao Pavilhão Japonês.
Localizado ao lado do Planetário, ele fica bem às margens do lago do parque e, por estar um pouco distante da pista principal, é bem silencioso, o que combina com a atmosfera do local.

Dividido em dois blocos ligados por uma ponte de madeira, o Pavilhão Japonês contém um jardim zen estilo japonês (fotos acima) e um jardim brasileiro (foto abaixo), um de cada um lado da ponte.
A arquitetura lembra a de templos budistas/xintoístas japoneses, com linhas retas e bastante uso de madeira.

A exposição está dividida em temas: Arte Craft, Bonsai, Ikebana e Música Clássica.
A parte de que mais gostei foi a de Arte Craft, que mostra peças feitas com diversas técnicas, como cerâmica, tingimento de tecidos, utensílios laqueados, entre outros.
Há itens bastante antigos, como esculturas do século V, e outros mais recentes, dos Períodos Azuchi-Momoyama (século XV) e Edo (séculos XVII a XVIII); além das produções de artistas plásticos nikkey (descendentes de japoneses). Esses objetos estão expostos no andar térreo do primeiro bloco.
 (Mas não era permitido fotografar nessa área :P)

No segundo andar encontramos hana-ningyô, bonecas arrumadas sobre tecido vermelho em uma estrutura em formato de escada que são representativos do Dia das Meninas (3 de março) no Japão.
As bonecas representam a corte japonesa: imperador, imperatriz, serviçais e músicos, todos com roupas do período Heian (séculos 8 a 12).
Não sei se o hana-ningyô fica exposto permanentemente, mas é bem bonito e vale a pena a visita para quem não conhece.

Aos sábados (15h00) e domingos (11h00) há concertos de música clássica japonesa.

Há também Ikebana (arranjos florais) dispostos por todo o Pavilhão. O arranjo da foto abaixo faz parte da composição de uma cerimônia do chá.

Da varanda do segundo andar é possível apreciar as coloridas carpas e ouvir o barulho da água corrente.
Nem preciso dizer que essa foi a parte de que meu avô mais gostou... :)

Na parte externa do Pavilhão estavam os Bonsais. Diferentemente do que podem pensar, Bonsai não é um tipo de árvore, é a técnica de cultivar uma planta em miniatura.

Assim como no Ikebana, há uma série de estilos de Bonsai, em que variam as formas gerais e a composição no vaso, além de diferenças nos troncos, galhos e raízes.
Qual das formas é a melhor? Não é possível dizer, pois isso depende de cada observador.

Além dos Bonsais, há também esculturas no jardim do Pavilhão Japonês.

Há um minibazar de peças em cerâmica de artistas que tiveram suas obras selecionadas para a exposição.
Minha avó, que é louca por uma lembrancinha, já aproveitou para garantir mais um potinho para a coleção ;)

E, por fim, a galera toda reunida (gracias Douglas pela foto!).

Para quem quiser conferir a exposição, precisa correr: ela vai até o próximo domingo (28 de fevereiro).

Info | O Olhar Japonês no Brasil
De 21 de janeiro a 28 de fevereiro de 2016
Visitação: quarta-feira, sábado e domingo (aberto dias 21, 22 e 25; quinta, sexta e segunda-feira, pelo aniversário de São Paulo)
Horário: das 10h às 12h e das 13h às 17h
Contribuição: R$ 5,00 a R$ 10,00 (isento para crianças até 4 anos e idosos acima de 65 anos)

tag: Eu tô blogando, e você?

A Tathy (Tathy no me) me convidou para responder a tag "Eu tô blogando, e você?". É a primeira vez que alguém me tagueia então me senti super feliz! ありがとう, Tathy chan!

Para o primeiro post do ano, nada como refletir sobre o que já aconteceu no blog e planejar os caminhos de agora em diante.

 

1. Qual foi o seu primeiro post? 

Já tentei ter vários blogs pessoais antes, mas que nunca foram para a frente. Durante o ensino médio, mantive um blog sobre literatura young adult (YA) e chick lit. Então, o primeiro post da vida não faço ideia de qual seja, mas o primeiro post do Primavera handmade foi em agosto de 2014, aqui.

2. Quanto tempo tem o seu blog? 

1 ano, 6 meses e alguns dias...

3. O que te motivou a criar o blog?

Gosto de ler blogs de crafts, DIY, decoração, moda, beleza e culinária. Acho incrível o quanto as pessoas têm a dividir conosco e meu lado voyeur adora acompanhar um pouco da vida dos outros.

Blog, apesar de não ser um canal popular atualmente, já que as redes sociais estão aí para compartilhar tudo a qualquer momento-agora-já, é um "lugar" nesse mundão da internet em que as informações ficam registradas e costumam ser fáceis de se encontrar.
Ao contrário do Facebook, em que as coisas se perdem, no blog os posts estão sempre lá, em sequência e organizadinhos em categorias/tags.

Por isso, resolvi guardar memórias, ideias e coisas boas neste espaço, para que possamos encontrá-las quando quisermos :)

4. Qual é o segmento do blog?

Boa pergunta! Quando comecei, uma das ideias era compartilhar minha experiência como intercambista no Japão, mas isso ainda está nos projetos de posts. Diria que é um pouco diário (viagens, lugares que conheci, eventos) e crafts.

5. Blogar para você é... 

Uma maneira de registrar aquilo que de outra maneira ficaria perdido em minhas memórias.

6. Qual tipo de post te dá mais prazer em escrever? 

Como são tão raros, qualquer tipo de post é prazeiroso!

7. O que o blog te trouxe de bom? 

Comentários positivos de pessoas que não conheço pessoalmente e também das que conheço. É muito gratificante saber que há quem goste do que lê aqui.

8. Se pudesse modificar uma única coisa em seu blog, o que seria?

A frequência de posts, para mais. rs

9. O que tira a sua paciência no blog?

Fazer post com muitas fotos., porque ainda não descobri como upar todas de uma vez e dá uma gastura selecionar foto por foto...

10. Tem algum projeto a curto prazo para o seu blog?

Postar mais! Acho que é um bom projeto, né? :)
Nas outras redes sociais, estou participando do #thefabulousproject, no Instagram (segue lá: @criskemi), que consiste em postar uma foto por dia segundo os temas estabelecidos pela  Loma (@sernaiotto).  Se quiser participar também, veja aqui.

Beijos e até a próxima!
Cristine

Comida foi feita pá cumê | Bullguer

Inaugurando a série de posts gordos, um lugar que não ainda é muito conhecido (acho), não é tão fácil de chegar de metrô, mas que é gostosinho e não tão caro.

Descobri o Bullguer no Instagram da @feepineda, que disse que lá era um lugar estilo Shake Shack. Como nunca fui a essa lanchonete gringa, não posso comparar, mas ó, a versão nacional é boa!

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Nas fotos do Instagram tinha uma batatinha ondulada, estilo a do SS, mas quando fomos lá, no feriado de 9 de julho, não era assim.

Serviram feitas normais com um temperinho estilo sazon que dá um toque para a batata mas ao mesmo tempo a deixa um pouco enjoativa. 

A maionese é bem suave, nada de maionese verde. 

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O chopp é Stella, e tava bom naquela noite quente! 

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O principal, os hambúrgueres! Esse é o Fisherman, estilo McFish mas beem melhor.

Uma coisa que chama a atenção é que os pães são "carimbados" com o logo da lanchonete. Isso não faz diferença no sabor, mas é um detalhe legal :) 

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O meu pedido: Egg. Amo pão com ovo, com queijo e bacon então, puro amor em forma de gordura ❤️ 

O hambúrguer é médio (não é tão alto quanto outros lugares), então o lanche não enche tanto assim.

Sobrou espaço para mais metade de um hot dog que estava muito bom (pena que esqueci de tirar foto). Ele vem com uma salsicha diferente e coleshaw que super combina.  

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Só tem uma opção de sobremesa, quando fomos era soft cream + brownie, agora parece que mudou. Tava ok, mas nada inesquecível. 

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O Bullguer é pequeno, fica bem no meio da Vila Nova Conceição e deve lotar nos horários de pico. 

Nós chegamos cedo nesse dia (~19h00) então estava de boa, sentamos direto.

A varanda do lado de fora deve ser ótima no verão (para quem não faz questão de ficar no ar condicionado hehe) 

Info [aplicar estilo título e acrescentar informações sobre o lugar]

 [Inserir preços dos itens e conferir nomes dos lanches com o cardápio]

Já foram ao Bullguer? Que outros lugares indicam? 

Beijos, 

Cris

Deixar-se ser vista por outros olhos || Sharon x três japas

Teve uma época em que eu era viciada em blogs de casamento. Ainda leio alguns, mas não com a mesma frequência de antigamente. Nessa fase, conheci vários profissionais da área, entre eles, a Sharon Eve Smith.
Gostei tanto das fotos dela que fui procurar saber mais, e nisso encontrei o blog. Li o post gigante (mesmo!) do casamento dela com o Fernando e achei tão inspirador que até copiei e colei no meu e-mail para se caso um dia o blog deixasse de existir (e acho que esse post especificamente não está mais lá, porque não consegui encontrar).

Desde então acompanho o trabalho da Sharon nas internetes da vida (links no final do post).
Quando a conheci pessoalmente no workshop Bloglicious, a vontade de fazer um ensaio com ela aumentou ainda mais. A chance veio quando dei a sorte de saber da série de ensaios comemorativos de 10 anos de carreira bem no momento em que a Sharon postou o anúncio no Facebook. 

Tem gente que tem o sonho de fazer uma tatuagem, de pular de paraquedas, de viajar para um lugar X. Um dos meus sonhos é o de ter fotografias lindas junto das pessoas que mais amo. Como não ia estar rolando um ensaio de casal por motivos de a outra parte ser muito envergonhada, partimos para o plano B de fotografar com essas duas bakas (entendedores entenderão). Acho que elas não vão ligar de ser o plano B pq elas já sabiam disso hehehe

Muita gente diz que nós somos parecidas fisicamente, eu na verdade não acho isso. Talvez seja pela pouca diferença de idade (um pouco mais de dois anos entre cada uma). Quanto às personalidades, acho que todos concordariam que são BEM diferentes. Obviamente sou a mais legal hahahaha

Cada uma tem seu ponto forte e sabe onde aperta o calo da outra. São elas que me fazem rir até a barriga doer e também arrancar os cabelos quando acontece algum problema; que compartilham comigo as dores e as alegrias de cada dia.

Em cada detalhe há alguma coisa que nos diferencia e, ao mesmo tempo, nos aproxima.

Foi um ensaio PÁ-PUM, então não deu tempo de arrumar tantas coisas quanto gostaria. Peguei algumas inspirações no álbum Piquenique que montei no Pinterest {segue lá !} e nessa hora não me arrependi de ter juntado tanta tralha fofa ao longo dos anos (mas quando nos mudamos o sentimento era o inverso rs).

Biscoitos fofos <3

Essa é minha foto preferida :)

<3 de cartolina + washi tape

Sharon, obrigada pela chance de termos sido vistas através das suas lentes. Pela manhã de muitas muitas muitas risadas. E pelas memórias de uma fase de nossas vidas que estão eternizadas nessas imagens lindas <3

Pra quem quiser saber mais sobre o trabalho da Sharon, ela agora é uma pessoa rhyca e mora na Inglaterra, mas vai que você está por lá e quer fazer um ensaio com ela; ou vai aproveitar uma vinda dela vapt-vupt para o Brasil; ou só quer olhar umas fotografias lindas e suspirar:

site || blog || instagram || youtube

Beijos!
Cris

Carol e Yuri

A noiva estava linda, radiante, e o noivo, nervoso e ao mesmo tempo, muito feliz. Muita música, comida e bebida – estava tudo ótimo e nos divertimos tanto que teve gente que até caiu na piscina de roupa de festa e tudo.

Mas o que mais me marcou do casamento de Carol e Yuri foi a cerimônia, que aconteceu da mesma maneira como é o relacionamento deles: cheia de amor e de liberdade. Foi muito especial para mim acompanhar os discursos e relembrar como a história deles começou, quando se cruzaram pelos corredores da Letras, e como ela continuou permeada por esses dois elementos ao longo do tempo. Seja no intercâmbio da Carol, ou quando eles foram morar juntos (oficialmente), continuaram sendo a Carolzinha e o Yuri, mas aprenderam (e continuam aprendendo) muitas coisas um com o outro.

Tentei tantas vezes escrever como foi emocionante essa cerimônia da união desses dois amigos tão queridos, mas foi uma tarefa mais difícil do que imaginava. Já faz mais de dois meses que fomos até Pernambuco (veja as fotos de Recife aqui) e as palavras parecem não ser suficientes para descrever a magia daquele momento.

Deixo vocês com as fotos, então! Um pouco da alegria, do amor e da felicidade de ter reunidas as pessoas a quem mais se quer bem estão registradas nelas. Além disso, são uma super inspiração para as noivas e noivos de plantão ;)

A cerimônia foi embaixo de uma mangueira incrível (e que ajudou a proteger do sol).

Nessa mesinha havia papéis para escrevermos recados para os noivos e depois pendurarmos na árvore. Como na hora em que a foto foi tirada o casamento ainda nem tinha começado oficialmente, ainda só tinha um bilhetinho, mas depois ficou cheia!

Pensa em um bolo incrível, é esse bolo de rolo. Queria ter levado um andar inteiro pra casa!

Essas plaquinhas que estavam ao lado do bolo eram o máximo, todo mundo parou para ler.
(e eu achei mesmo que a preguiça merecia aparecer em algum lugar, tão fofinha! :)

Um dos melhores bem-casados que comi até hoje <3

Fotos do casal na decoração são sempre um sucesso! Tão bom vê-las e relembrar a história do casal <3

Divos.

Carol e Yuri, a vocês, só posso desejar toda a felicidade do mundo, porque o amor vocês já têm de sobra.

Beijos,
Cris

Recife <3

Como lidar com esse céu, me digam?

No começo de março fui a Recife para o casamento de um casal de amigos muito querido. Foi uma viagem de muitas primeiras vezes: primeira vez no nordeste, primeira vez em Recife, primeiro destination wedding (parece uma coisa tão chique falando assim), primeira viagem de avião juntos em 5 anos de namoro.

Foi também a primeira vez que vi um mar tão verdinho, tão lindo. Não que as praias paulistas sejam feias, mas tem algo de mágico em olhar para o horizonte e ver a combinação do verde da água do mar e o azul do céu.

Isso porque foi só uma manhã de passeio então ficamos apenas na praia de Boa Viagem. Imagina as outras praias... :)

São Pedro nos presenteou (e aos noivos) com esse sábado cheio de sol e calor. Porque no dia seguinte, o domingo da volta, foi só chuva... Para preparar o espírito para a volta à terra da garoa.

Eu, tentando me controlar para não cair na risada, Nina, Aline e Johnny. Agora falta um encontro em terras paulistanas!

Foi a primeira vez também que rolou um encontro com (uma parte) dos queridos da Letras desde que voltei do intercâmbio (e olha que já faz quase um ano, hehe).
Peguei a dica do Ramon Bar no Ricota não derrete, e devo dizer que essa Dani sabe das coisas. O ambiente do bar é bem legal e as comidas são amor! Só acabou a Original lá pelo meio da noite, mas também, com o calor que tava...
Por termos ido na sexta à noite, estava mega cheio, mas lá pelas tantas arranjamos uma mesa e pudemos conversar, tomar nossa cervejinha e petiscar até a madrugada :)

O casamento fica para o próximo post!

Beijos,
Cris